terça-feira, 29 de janeiro de 2013


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China é o país que mais terá robôs no mundo. 

Aumento do número de autônomos na linha de produção do país deverá ser puxada por fabricantes de automóveis e eletrônicos.


  
De acordo com a Federação Internacional de Robôs (IFR, em inglês), a China é o país do mundo que mais terá robôs operando em suas linhas de produção até 2017, à medida que vem aumentando a automação em suas fábricas de carros e eletrônicos.
Apesar de atualmente ser o maior mercado do mundo de robôs — equivalente a US$ 9,5 bilhões, ou US$ 29 bilhões, incluindo os softwares integrados, periféricos e sistemas de engenharia — a China está ainda muito atrás de seus semelhantes industrializados em termos de densidade robótica.
Enquanto o país possuí apenas 30 robôs a cada 10 mil trabalhadores, comparado a 437, na Coreia do Sul; 323, no Japão; 282, na Alemanha; e 152, nos EUA.
No entanto, a corrida de fabricantes de carros para implementar fábricas na China, junto com a inflação que vem prejudicando a competitividade da força de trabalho chinesa, irá pressionar o parque industrial robótico do país a mais que duplicar para 428 mil máquinas até 2017, de acordo com estimativas da IFR.
— As companhias estão sendo forçadas a investir em mais robôs para serem mais produtivas e terem mais qualidade — afirmou Gudrun Litzenberger, secretária-geral da IFR, em Frankfurt. — Na atual fase, esse crescimento será puxado pela indústria automotiva, mas nos próximos dois ou três anos será guiado pela indústria de eletrônicos.
Fabricantes de robôs japoneses ainda possuem a liderança do mercado, com uma fatia de 60% dele, mas fornecedores chineses estão crescendo rápido, e já possuem cerca de 1/4 do mercado. O resto é em maior parte produto de fabricantes Europeus e americanos.Quatro fabricantes estrangeiros de robôs — ABB, da Suíça; Kuka, da Alemanha; Yaskawa e Fanuc, do Japão — já possuem fábricas na China, e esperam abrir outras.
Fonte de Pesquisa: O Globo.

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Robô irá recuperar e reciclar satélites no espaço


Robô irá recuperar e reciclar satélites no espaço

O satélite-robô ficará no espaço, esperando os módulos que serão instalados em cada satélite para reativá-los. [Imagem: DARPA]
Renascendo das cinzas
 
Enquanto a NASA se prepara para testar a primeira operação de reabastecimento de um satélite artificial em órbita, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa (DARPA) dos Estados Unidos anunciou planos bem mais ambiciosos.
A agência revelou detalhes do Projeto Fênix, que pretende reciclar satélites de comunicação que chegaram ao fim da vida útil.
O projeto já está em andamento desde Setembro do ano passado, período no qual foram identificadas as tecnologias já disponíveis que possam ser usadas ou adaptadas para construir um satélite-robô capaz de reviver os satélites que deixaram de funcionar.
A maior parte das tecnologias selecionadas já é funcional em bancada de laboratório, e deverão ser reunidas em uma missão de teste no espaço em 2015.
Satlets e robô
O projeto envolve a construção de dois tipos de dispositivos.
O primeiro é o sistema de reativação propriamente dito, essencialmente um nanossatélite que será plugado no satélite desativado para controlá-lo e recuperar suas funções, ou aproveitar seus sistemas ainda em operação, como navegação e painéis solares, para executar outras funções.
Os engenheiros chamam esses pequenos módulos de "satlets" e a ideia é enviá-los ao espaço de carona em foguetes que estejam realizando lançamentos comerciais.
O segundo dispositivo é o satélite-robô propriamente dito, que ficará em órbita aguardando a chegada dos satlets para plugá-los nos satélites desativados e fazer sua reativação.
Assim que o satélite-robô terminar uma missão, ele se deslocará para a posição do próximo satélite, capturando o satlet que já estará posicionado nas proximidades e realizando o novo serviço.
A agência já identificou 140 satélites desativados, militares e comerciais, que são candidatos à reciclagem. Um deles será escolhido para a missão de teste, planejada para lançamento em 2015.




Cirurgias no espaço

Todos os alvos são satélites em órbita geossíncrona, que orbitam a cerca de 36.000 km de altitude para compensar a rotação da Terra, o que os mantém sempre sobre um ponto fixo da superfície.
Além desses serem os satélites mais caros e com maior potencial de reaproveitamento, sua posição fixa no céu facilitará as missões robotizadas, que serão inteiramente controladas do solo.
Como a operação do robô-satélite é muito delicada, os engenheiros do Projeto Fênix planejam aproveitar as técnicas empregadas pelos robôs cirurgiões, incluindo os sistemas de imageamento e de telepresença.
Como os satélites artificiais não foram projetados para serem recuperados, cada missão será única, assim como o sistema a ser adaptado a cada um deles para revivê-los - a ideia aqui é usar a fabricação aditiva, onde impressoras 3D construirão os módulos de conexão dos satlets perfeitamente adaptados a cada satélite a ser reciclado.

Fonte de Pesquisa Site da Inovação Tecnológica.
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